Bolhaverso

Reader

pt-br

Leia os posts do bolha.blog.

en-us

Read all posts from our users.

from notamental

Aqui vamos mostrar como criar um compartilhamento no VMWARE Fusion do Mac, e como montar no Linux.

No Host (VMWARE Fusion)

Vá em VMWARE/Settings/Sharing

No meu caso, eu criei um um compartilhamento como nome gutocarvalho que aponta para

/Users/gutocarvalho

No Ubuntu (Guest)

instale o open-vm-tools e reinicie a VM

apt update && apt install open-vm-tools -y
reboot

quando a vm voltar, crie o diretório para montar

cd  ~/Desktop
mkdir MacOs

agora vamos montar

vmhgfs-fuse .host:/gutocarvalho /home/gutocarvalho/Desktop/MacOs -o subtype=vmhgfs-fuse 

fixando a configuração no /etc/fstab

.host:/gutocarvalho    /home/gutocarvalho/Desktop/MacOs       fuse.vmhgfs-fuse    defaults   0    0

Pronto!

referências

 
Read more...

from Ler Todos os Mangás do Mundo

sandlandBem, não tive coragem de aparecer por aqui desde o início do ano, que foi quando li este título. Planejava fazer um post conjunto de SandLand e os capítulos curtos de Tatsuki Fujimoto, porém, imediatamente após eu terminar o primeiro, veio a notícia da morte de Toriyama.

Foi como um soco no estômago. Passei dias e dias pensando em como a obra dele mudou minha vida. Acho que, quase 6 meses depois, só agora me sinto confortável em falar sobre.

Eu, assim como milhares de crianças brasileiras, tive o primeiro contato com o mundo dos animes por meio de Dragon Ball Z. E, como todo otaku rebelde, passei a odiar a obra. Foi então em algum momento que não lembro ao certo a data específica, mas durante a fase mais tenebrosa da minha vida, que o Guilherme sugeriu que a gente lesse o mangá. Numa primeira reação, disse que só leria o DB inicial, por odiar tudo que o anime “Z” adaptava.

Pois bem, paguei minha língua. Não consegui parar e li os 42 volumes de DB em menos de um mês. Na fase da minha vida que eu não tinha concentração pra absolutamente nada e saúde mental nem para levantar da cama. Me questionei – odeio mesmo Dragon Ball? Não tinha motivo para tal, não tinha razão. Era só um ódio adolescente.

Me fez encarar de forma completamente diferente tudo que comecei a consumir depois dessa data. Não só isso, mudou minha forma de ver tudo o que acontecia na minha vida. Foi um ponto de virada, não digo que melhorei desde então, pois aconteceram muitas e muitas recaídas, mas foi o primeiro momento que percebi que tinha que mudar.

Fiquei muito feliz em ler SandLand depois de tanto tempo sem contato com o Toriyama e de lembrar de tudo isso. A coincidência de ler logo antes dele morrer (seria muito presunçoso da minha parte dizer que foi um presságio, apesar de ter vontade de falar) só aumentou a dor que senti com a partida do autor.

Agora consigo dizer, descanse em paz. Obrigado por tudo.

 
Leia mais...

from Quadrinistas Uni-vos

FIQ À organização,

Nosso coletivo, Quadrinistas Uni-vos, reconhece e valoriza a iniciativa de incentivo à leitura promovida com a ação dos vouchers distribuídos aos estudantes da rede de ensino público. Porém, precisamos destacar que existem falhas na iniciativa que deixam uma parte considerável dos quadrinistas de fora, seja por serem incapazes de aceitar os vouchers devido às suas condições de trabalho, ou mesmo por estarem sujeitos a sofrer prejuízos.

Dos quadrinistas que possuem CNPJ, a maior parte deles é MEI, porém, parcela considerável atuam apenas como pessoas físicas, e mesmo aqueles que portam um MEI não possuem contadores para tirarem dúvidas a respeito de nota fiscal.

Entendemos que, devido a essas questões, os vouchers beneficiam apenas alguns poucos quadrinistas, que conseguem emitir essas notas junto às livrarias que alugam os estandes e que são formalizadas através de um CNPJ como “vendedoras de livros”.

Muitos quadrinistas, por não conseguirem emitir notas de produtos por questões contábeis, acabam recorrendo a terceiros para emiti-las, a fim de conseguir alcançar as crianças e adolescentes visitantes das escolas, um público que dificilmente teria acesso ao seu trabalho de outra forma. Alguns artistas, com o objetivo de atingir o público, aceitam os vouchers e os utilizam em estandes de editoras fazendo compras e gastando um recurso que deveria ajudar a pagar seus custos. Um programa importante de incentivo à leitura não pode deixar de fora uma parte considerável da produção quadrinística brasileira.

Na edição de 2022, ano em que se deu início a essa política de fomento cultural, quadrinistas aceitaram vouchers, e ao entrarem em contato com as escolas para receber, posteriormente ao FIQ, foram ignorados. Essa relação desigual que se deu entre os quadrinistas e algumas das instituições escolares levou a prejuízos financeiros para nossa categoria, já tão precarizada em suas condições de vida e trabalho.

Devido ao que aconteceu em 2022, nesta nova edição do FIQ muitos quadrinistas optaram por não aceitar os vouchers, limitando ainda mais a sua utilização às livrarias, que já faziam muitas vendas dentro do evento. Isso prejudica também o alcance do poder de compra dos estudantes, que não podem adquirir o quadrinho que estão interessados e sim o material de quem aceita os vouchers.

Para que exista uma distribuição mais democrática entre os quadrinistas independentes e as livrarias, o coletivo Quadrinistas Uni-vos sugere (e se coloca à disposição para contribuir nisso) que o evento faça uma intermediação encarregada pela emissão de notas e recebimentos, aos moldes de outras feiras, como a “Feira do livro de Osasco” que acontece no Estado de São Paulo.

Uma outra alternativa sugerida pelo coletivo é a utilização de cartões pré abastecidos com o valor do voucher, exclusivo para utilização entre os artistas e livrarias, possibilitando uma transação menos burocrática e acessível tanto para os beneficiados quanto para os compradores que, por consequência, terão acesso a mais opções de títulos.

Para além dessa sugestão e a fim de profissionalizar o setor, o FIQ pode tornar-se um espaço de aprendizado e avanço, oferecendo cursos gratuitos para os artistas selecionados junto ao SEBRAE, orientando e tirando dúvidas contábeis e fiscais.

Estamos à disposição para um diálogo aberto e construtivo. Juntos, podemos construir um cenário de quadrinhos cada vez mais justo e representativo.

Atenciosamente,

Coletivo Quadrinistas Uni-vos.

 
Leia mais...

from ZeAndarilho

Olá, meu nome é zé, e já tive um blog brevemente no fediverso, escrevi uns 3 posts mas depois desanimei, sei lá. nem sei mais qual era o endereço. Acho que vou voltar a escrever um pouco, sinto falta disso as vezes. Eu escrevi pra alguns blogs por uns anos, mas depois parei, desanimei um pouco. Percalços da vida. Pra quem não me conhece eu sou paranaense, escrevia sobre series, filmes jogos, politica, o que me interessasse no momento. Quando eu era mais novo eu tinha uma energia, uns surtos criativos, me vinha uma certa inspiração que eu produzia sem parar por horas, hoje não consigo mais, mas vou tentar escrever pelo menos um pouco, porque acaba sendo uma terapia pra mim, e eu sinto falta.

 
Leia mais...

from bolhaverso

Subimos uma ferramenta anti-paywall

Subimos nosso 13ft, uma ferramenta antipaywall

Subimos nosso Pastebin

Subimos um editor de PDF

Subimos uma ferramenta para manipular arquivos PDF.

Subimos um novo editor de diagramas

Subimos mais um editor de diagramas.

Subimos um concliador de agendas

Subimos o conciliador de agendas cal.com

Subimos novos clientes Mastodon

Subimos ferramentas para mastodon

Esse gera um gráfico de relacionados da sua conta.

Mande seu feedback no mastodon!

[s] @gutocarvalho@bolhas.us

 
Read more...

from Bem-vindo a FOSS

Bem-vindo a FOSS!

Para quem não gosta de tirar as mãos do teclado encontrará no qutebrowser a melhor opção de navegador. Isso porque ele é extremamente configurável, com diversas opções de integração e personalização. No entanto, ainda possui algumas limitações.

Muitos programadores e usuários que preferem o uso do teclado em detrimento do mouse optam pelo editor Vim. Na medida em que o referido navegador baseou seus comandos e várias funcionalidades neste editor, seus usuários irão se sentir “em casa”, sabendo, de modo bem intuitivo, diversas teclas de atalho. Seu uso básico consiste em pressionar f. Com isso, os links da página serão destacados; então basta pressionar as respectivas letras do link desejado.

qutebrowser-hints

Semelhantemente ao Vim, o qutebrowser permite inúmeras configurações no arquivo config.py, tal qual ocorre no .vimrc. Entre elas, cabe destacar personalizações que permitem um visual minimalista assim como o uso integrado a outros aplicativos, por exemplo: abrir vídeos do Youtube no MPV Player ou utilizar o ranger como gerenciador de arquivos para upload.

Contudo, encontra algumas limitações, como a não abertura de sites como imgur (ao menos na versão 2.5.0, disponível para minha distro, Pop! OS 22.04 LTS). Atualização: em 12/06/2024 confirmei com um usuário de Arch Linux, com versão 3.2.0 do qutebrowser e, nela, está funcionando normalmente. Além disso, não permite a instalação de extensões / add-ons, a despeito de possuir um ótimo ad-blocker nativo e permitir uma configuração de tema escuro similar ao Dark Reader.

Por tais razões, o qutebrowser é o melhor navegador orientado ao teclado, sobretudo para os usuários do editor Vim. Uma vez que é altamente configurável, permite um nível de personalização que vai desde sua parte gráfica até seu modo de operação. Cabe ressaltar a integração com outros aplicativos, como MPV Player. Ainda que encontre algumas restrições, a exemplo da ausência de extensões, o saldo é positivo, pois reduz drasticamente a dependência do mouse, proporcionando uma navegação focada, mais ágil e menos poluída.

Abaixo, uma demonstração em vídeo:


Este foi o primeiro post do “Bem-vindo a FOSS”. Seu nome vem de um jogo de palavras com foz: “sf.1. Ponto onde um rio deságua no mar, em um lago ou em outro rio; DESEMBOCADURA” e F.O.S.S., acrônimo para Free and Open Source Software (em português, numa tradução livre, “Programa Gratuito e de Código Aberto”).

Dessa forma, seu objetivo é dar dicas sobre aplicativos FOSS, visando custo zero para aquisição, liberdade de uso e desprendimento das soluções proprietárias, principalmente daquelas pertencentes às big techs.

tags: #FOSS #OpenSource #BemVindoaFOSS #qutebrowser #MPV #ranger #navegador #browser #Vim

 
Read more...

from Blog do Rodrigues

Um dos canais que inicialmente tinha uma proposta interessante era o Hoje no Mundo Militar. O canal discutia assuntos relacionados a armas e estratégias militares de forma aparentemente credível. No entanto, após o início da Guerra Rússia-Ucrânia, a qualidade do conteúdo deteriorou-se. As análises passaram a ser questionáveis e pareciam ter um viés pró-Ucrânia. Posteriormente, descobriu-se que o canal tem vínculos com a Escolinha do Fascismo: MBL.

Outro canal que eu acompanhava era o de geopolítica do Prof. Hoc. Entretanto, após assistir a apenas três episódios, percebi que o conteúdo era nitidamente pró-Ucrânia e alinhado com uma perspectiva atlanticista. Não me senti confortável em continuar acompanhando aqueles absurdos com ares de erudição, engana fácil.

O terceiro canal é o Ei Nerd, focado em cultura pop. O apresentador, Peter, foi um grande apoiador do bolsonarismo em 2018. Naquele mesmo ano, ele publicou um vídeo com o título “Androide 17, o Mito”, supostamente sobre Dragon Ball.

O quarto canal é o Fatos Desconhecidos. Esse eu nem mesmo consigo assistir, pois antes mesmo de adotar um discurso fascista, o conteúdo já era de baixa qualidade, com histórias sem embasamento. Agora, com a adição de elementos bolsonaristas, o canal ficou ainda mais lixo.

 
Leia mais...

from aelxbc

Artistas mais ouvidos

  • Knocked Loose
  • Angra
  • Billie Eilish
  • Like Moths to Flames
  • Mort Garson

Álbuns mais ouvidos

  • You Won't Go Before You're Supposed To – Knocked Loose
  • HIT ME HARD AND SOFT – Billie Eilish
  • Cycles of Pain – Angra
  • Mother Earth's Plantasia – Mort Garson
  • The Cycles of Trying to Cope – Like Moths to Flames

Músicas mais ouvidas

  • Blinding Faith – Knocked Loose
  • Paradigm Trigger – Like Moths to Flames
  • Baby's Tears Blues – Mort Garson
  • Bleeding Heart – Angra
  • You're Not There – Arab Strap
 
Leia mais...

from Blog do Rodrigues

Hoje, vou falar um pouco sobre o Fediverso, um termo que talvez seja conhecido por alguns, mas nem sempre compreendido em sua totalidade. Normalmente, as pessoas buscam alternativas às redes sociais tradicionais quando já se sentem frustradas com o autoritarismo das grandes empresas de tecnologia e seus proprietários excêntricos, como Mark Zuckerberg, Pavel Durov e Elon Musk. É nesse cenário que muitas delas encontram refúgio no Fediverso.

Não pretendo fornecer uma explanação técnica repleta de termos complexos, pois meu objetivo é simplesmente relatar minha própria experiência nas redes federadas, de forma acessível a qualquer pessoa, assim como eu.

Tentarei explicar de forma simples esse tal de redes federadas e descentralizadas, falarei sobre as instância e a importância das redes federadas, mostratrarei como ingressar do jeito certo e também deixarei uma lista das redes que uso no fediverso com algumas dicas.

O que é o fediverso, o universo federado?

O Fediverso é um conjunto de redes sociais descentralizadas, onde diferentes servidores, conhecidos como instâncias, se comunicam entre si graças ao protocolo ActivityPub. Imagine a sensação de rolar sua timeline e receber postagens de diversas plataformas, como YouTube e Twitter, podendo interagir com todas elas. Essa é a experiência proporcionada pelas redes federadas.

É muito comum, por exemplo, estar no Mastodon e receber uma publicação diretamente do Friendica, podendo ainda interagir com o conteúdo. Algo impossível de se fazer nas redes sociais tradicionais, controladas por grandes empresas.

Entendendo o conceito de descentralização e instâncias

Enquanto as redes sociais tradicionais são altamente centralizadas, com todos os usuários concentrados em um único servidor controlado por uma grande empresa, as chamadas bigtechs, as redes do fediverso apresentam uma arquitetura descentralizada.

No fediverso, os usuários estão distribuídos em diversos servidores, cada qual formando sua própria comunidade, com características e regras próprias. Esses servidores se comunicam entre si, permitindo que os usuários interajam independentemente da plataforma em que estão.

Essa estrutura descentralizada permite que o fediverso seja gerido tanto por pessoas físicas quanto por instituições, oferecendo maior autonomia e diversidade de abordagens em comparação com os modelos centralizados predominantes na internet.

Em qual rede do fediverso devo iniciar

Bom, a rede social alternativa que você deve escolher depende do seu gosto pessoal e da rede que você pretende deixar. Por exemplo, se você quiser sair do Twitter, pode migrar para o Mastodon, que é uma rede de microblogging similar. Se você procura uma alternativa ao Instagram, o Pixelfed pode ser uma boa opção. Para uma plataforma de macroblogging semelhante ao Facebook, o Friendica pode ser interessante. Já o Lemmy é uma alternativa ao Reddit.

Se o foco é compartilhar vídeos, o PeerTube é uma alternativa ao YouTube. Existem muitas outras redes sociais alternativas, mas vou me concentrar apenas naquelas com as quais tenho experiência prática.

Instâncias: como criar uma conta no fediverso?

Uma das coisas mais importantes para ingressar no fediverso, independentemente da plataforma, é ter conhecimento sobre as instâncias. É importante lembrar que o fediverso é uma rede descentralizada, o que significa que existem vários servidores (instâncias) mesmo dentro da mesma rede. Cada instância possui suas próprias características e práticas de moderação.

Por exemplo, você poderá encontrar instâncias focadas exclusivamente na causa LGBTQIA+ ou até mesmo com vieses políticos específicos. Portanto, é recomendável pesquisar pelas instâncias de língua portuguesa para ter uma experiência mais alinhada com suas preferências.

No entanto, é importante ressaltar que todas as instâncias do fediverso se comunicam entre si, de forma similar ao funcionamento do e-mail. Assim como um e-mail enviado de uma conta do Gmail pode ser recebido em uma conta do Protonmail ou do Outlook, as diferentes instâncias do fediverso também podem interagir umas com as outras, independentemente da plataforma específica.

  • Mastodon

    • Plataforma de microblogging similar ao X-Twitter.
    • Essas são as instâncias mastodon que eu indico, sendo que as três primeiras são brasileiras a última é a instância oficial não indico muito porque tem muito estrangeiros:
    • bolha.one
    • bolha.us
    • ursal.zone
    • mastodon.social
    • App para acessar sua conta Mastodon: Moshidon
  • Lemmy

    • Agregador de links melhor alternativa ao Reddit. Essa plataforma é focada em comunidades sobre diversos assuntos.
    • Essas são as instância Lemmy que eu indico:
    • bolha.forum
    • lemmy.eco.br
    • App para acessar sua conta Lemmy:
    • Eternity
  • Friendica

    • Plataforma de microblogging com leves “semelhanças” com o facebook.
    • indico essa instância:
    • bolha.network
    • libranet.de
  • Writefreely

    • Plataforma simplista para criação de blogs, notas ou diário.
    • Essa é a instância writefreely que indico:
    • bolha.blog

Liberdade de expressão e censura

As redes federadas e descentralizadas vem ganhando grande notoriedade justamente por proporcionar mais liberdade aos seu usuários e maior resistência à censura, essa características já despertou a atenção até mesmo da Meta que optou por federar o Threads,

Federação: significa que diferentes redes independentes podem se comunicar entre si. Imagine várias redes sociais diferentes, cada uma com suas próprias regras, mas todas podem conversar e compartilhar informações umas com as outras.

Descentralização: significa que o controle e os dados não estão em um único lugar. Em vez disso, eles estão espalhados por vários pontos. Isso significa que não há um chefe único ou ponto central que controla tudo, o que torna o sistema mais resistente a falhas e censura.

— hoje muitas pessoas já usam o BlueSky, que também é uma rede federada, mesmo sem entender sobre esse conceito, então espero ter ajudado.

 
Leia mais...

from Blog do Rodrigues

O que está ocorrendo no Rio Grande do Sul é um alerta urgente, evidenciando a necessidade premente de não mais confiar exclusivamente no agronegócio e na influência política da extrema direita para moldar o futuro do nosso país.

Os recentes eventos no Rio Grande do Sul destacam a urgência de defendermos de forma mais incisiva uma agricultura sustentável e de combatermos o atual modelo destrutivo do agronegócio.

Embora alguns possam questionar a politização da tragédia no estado gaúcho, é crucial apontar os responsáveis para evitar que continuem agindo impunemente. As mudanças climáticas desempenharam um papel significativo, porém, a postura negacionista da extrema direita no governo estadual ignorou alertas e dados apresentados em um estudo desde 2015.

As questões ambientais estão se tornando cada vez mais relevantes e debatidas, e não é algo distante no futuro, mas sim uma realidade iminente. Esses temas têm um impacto significativo, inclusive no cenário político, e é essencial estarmos preparados para desmistificar a narrativa muitas vezes inventadas e veiculada pela mídia, que vem retratando o agronegócio como a táboa de salvação da economia brasileira.

O agronegócio é auto-sustentável?

O agronegócio tem sido um dos principais responsáveis pela degradação ambiental, devido ao desmatamento em larga escala, que causa erosão do solo, e ao uso excessivo de agrotóxicos e fertilizantes, que contaminam as águas e o solo. Essas práticas não apenas comprometem a integridade do meio ambiente, mas também a saúde humana e a biodiversidade. É um erro grave chamar essa forma de produção de “auto-sustentável”, pois ela não apenas não é sustentável, como também é uma ameaça à própria sobrevivência do planeta.

Fernanda Savicki, engenheira agrônoma e pesquisadora da Fiocruz, explica que o 2-4D é um herbicida de ação hormonal: “Age do mesmo modo em outros organismos vivos, inclusive nós humanos. saiba mais

O agronegócio carrega o país nas costas?

A afirmação de que o Brasil depende exclusivamente do agronegócio para ter um PIB significativo é uma mentira descarada. Um estudo publicado pela Fundação Friedrich Ebert em setembro de 2021 revela a verdadeira participação do setor agrícola no PIB brasileiro. De acordo com o estudo, que apresenta uma série histórica de 2002 a 2018, a contribuição do agronegócio para o PIB é irrisória em comparação com outros setores. Em média, o agro contribui com apenas 5,4% do PIB, enquanto o setor industrial contribui com 25,5% e o setor de serviços com 52,4%. Esses dados desmente a ideia de que o Brasil é um país que depende exclusivamente do agronegócio para seu crescimento econômico. Saiba mais

O agro é o motor do país?

Nos deparamos com outra mentira semelhante à anterior, e a resposta anterior serviria muito bem aqui também. No entanto, gostaria de fazer uma outra pergunta: não seria o Brasil o motor do agro? Na verdade, é evidente e flagrante que o agronegócio depende fortemente de subsídios do governo federal para sua sobrevivência, além de vários benefícios fiscais, como isenção de impostos sobre exportações e ITR com alíquota congelada há mais de 40 anos. É interessante notar que, todos os anos, o Brasil deixa de arrecadar cerca de R$ 14,3 bilhões em favor do agronegócio. Então, quem é o motor de quem? Quem pararia de funcionar sem o outro? Saiba mais

 
Leia mais...

from Blog do Rodrigues

Desde sua ascensão ao poder em 2018, Andrés Manuel López Obrador, também conhecido como AMLO, assumiu o cargo de presidente do México e se destacou por suas políticas sociais voltadas para os pobres e trabalhadores. Seu partido é o MORENA (Movimento Regeneração Nacional).

Os cidadãos mexicanos irão às urnas em 2 de junho deste ano de 2024. Devido ao sistema eleitoral mexicano, que não permite a reeleição, Cláudia Sheinbaun é a candidata apoiada pelo presidente López Obrador. Sheinbaun é uma cientista política que atuou como chefe de governo da Cidade do México de 2018 a 2023. Além disso, ela é uma líder da esquerda e tem grandes chances de se tornar a primeira presidente mulher do país.

De acordo com as últimas pesquisas de opinião, Sheinbaun está em uma posição mais favorável nas intenções de voto em comparação com a candidata da oposição, Xóchilt Gálvez. Sheinbaun conta com aproximadamente 59% das intenções de voto, enquanto Gálvez possui cerca de 36%.

 
Leia mais...

from Blog do Rodrigues

O “País Sul” deveria ter sua economia baseada no agronegócio e na exportação de commodities, porém sem o protecionismo do estado brasileiro, isso mesmo, quem vive do agronegócio está sujeito aos efeitos climáticos e meteorológicos, e sem o guarda-chuva do governo os prejuízos seriam exorbitantes. Ninguém fala, mas o Brasil deixa de arrecadar todo ano $R 14,3 Bi em prol do bém-estar do agronegócio, o Sul independente teria que aprender a viver sem essa proteção.

Outro grande problema seria a crise energética, sim a usina hidrelétrica de Itaipu, responsável por abastecer as regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, logicamente que continuaria do Brasil levando o suposto “País Sul” a enfrentar grandes dificuldades energéticas.

No suposto “País Sul” o Paraná representaria 38% da população do “país”, o Rio Grande do Sul representaria 37,8% da população e 48% do território já Santa Catarina 25,4% da população.

Não querendo tratar a situação do Rio Grande do Sul com desdém, sabemos que é algo sério e que o governo brasileiro e todo o Brasil já está se mobilizando em socorro do estado, mas como seria isso se o sul fosse independente?

ATENÇÃO: Qualquer ação que vise desmembrar o território nacional ou subverter a ordem política e social estabelecida pela Constituição Federal é considerada ilegal e passível de punição

 
Leia mais...

from Blog do Emanoel

Explorando as ferramentas da Bolha. Em busca de utilizar as ferramentas disponíveis na Bolha.tools, comecei a explorar cada uma para encontrar aplicação no mestrado em Tecnologia Educacional.

  • Mermaid – Criação de gráficos através da mermaid syntax. Dá para importar gists, assim posso versionar os gráficos que irei utilizar na minha dissertação? Interessante!
  • Overleaf – Ainda não tem os modelos, vou precisar importar do overleaf.com talvez.
  • HedgeDog – editor de notas online com muitos recursos. Achei bem completo. Vou usar!
 
Leia mais...