Venero teus olhos
me encontrando nos teus
Cobiço teus lábios
encontrando os meus
— Por Alcarcalimo e seus outros alter egos
COPYRIGHT © Todos os direitos reservados
Perdidamente,
mergulho
no mar profundo de
teus olhos castanhos
Me afogo no doce sonho
do toque aveludado de teus lábios
Em pensamentos,
exploro os caminhos traçados
que mapeiam tua pele alva
E no vislumbro do teu olhar,
diante tua imagem
Eu, acólito da luxúria e
da beleza
Te faço Deusa
E lhe entrego estes versos
em devoção
a tua divina beleza
— Por Alcarcalimo e seus outros alter egos
COPYRIGHT © Todos os direitos reservados
É noite
E outra vez me perco
entre estas marés
Me embriago
na imensidão,
na brisa suave deste mar castanho
Estas jóias enigmáticas,
este olhar que tanto amo
— Por Alcarcalimo e seus outros alter egos
COPYRIGHT © Todos os direitos reservados
Quem é ela?
Esta mulher cujo olhar
faz minha alma dançar.
Quem é ela?
A que, com lábios suaves,
recita poesia em silêncio.
Quem é ela?
Dama de pele alva,
cujos traços evocam desejos.
Quem é ela?
Cuja existência é sagrada.
Ela é, então,
aquela que habita os sonhos,
que traz consigo a brisa do prazer.
Aquela que,
com seu sorriso memorável —
E gestos delicados —
inspira estes e tantos outros versos.
Ela é menina e mulher,
ela é mulher e deusa.
Ela é amor e paixão,
proibição e desejo.
Ela é,
assim:
Fada Azul,
Deusa Fada,
Encanto sem fim.
— Por Alcarcalimo e seus outros alter egos
COPYRIGHT © Todos os direitos reservados