Blog do Emanoel

Técnico Educacional


title: “Backup baseado em nuvem é seguro?” date: “2012-02-08” categories: – “web-2-0” tags: – “cloud” – “internet”


Alguns não confiam em entregar seus dados para as nuvens: está completamente certo. Eu não confio plenamente nas nuvens por vários motivos, por outro lado, sou adepto da conveniência de poder acessar em qualquer dispositivo conectado à web e disso eu não largo mais.Basta separar os arquivos/projetos que estejam sendo executados/editados no momento e colocá-los nas nuvens. Os que já estão estáticos, podem ser deixados fora das nuvens mesmo. Até porque isso diminui a necessidade de pagar por uma conta PRO.

Encontrei um artigo interessante onde é feita uma análise sobre a segurança dos serviços de armazenamento de arquivos nas nuvens, veja:

Verifiquei as políticas de segurança e criptografia de três serviços de backup on-line: Carbonite, IDrive e Mozy. Todos os três criptografam os arquivos no seu PC antes de enviá-los através de uma camada de conexão segura da Internet (SSL). Os arquivos permanecem criptografados até você precisar deles.

Os três serviços usam algoritmos de criptografia efetivamente à prova de bala – Blowfish ou AES. Sem a chave (em outras palavras, a senha), os arquivos são inacessíveis.

Os três dão também a opção de uso da sua própria chave, em vez da chave gerada por deles. nesse caso, como els não têm acesso a essa chave, mesmo que o servidor deles seja invadido, ninguém, além de você, poderá ler seus arquivos sem quebrar sua senha. Mas essa opção mais segura tem os seus custos. Se você perder ou esquecer sua senha, o backup estará inacessível; não haverá maneira de você recuperar a senha os ous dados codificados.

Outras características também podem não estar disponíveis. Por exemplo, é o acesso Anytime Anywhere da Carbonite só funciona com a chave da empresa.

E aqui está outro ponto a considerar: seus arquivos não precisam estar online para serem roubados. Seu computador e sua mídia de backup local tão propensos a roubo quanto o back-up on-line.

É por isso que recomendo sempre o uso do programa open-source TrueCrypt, para proteger seus arquivos sensíveis de olhos curiosos, adicionando proteção tanto em casos de computadores roubados, quanto de serviços de backup “hackeados”.

Lincoln Spector, PC World/EUAPublicada em 26 de agosto de 2011 às 15h19

(http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/08/26/backup-baseado-em-nuvem-e-seguro)

Existem serviços pagos como o livedrive.com que oferece espaço ilimitado em 3 diferentes planos; Em todos eles garantem segurança e que somente você tem acesso aos dados da sua conta, salvo quando solicitados acesso pelo Governo Americano...isso é suficiente para não termos nossos arquivos disponíveis. Para você ver, nem pagando você terá total controle dos seus uploads. Tudo é acessível pelo governo, não só nos planos de backups, mas todos os seus emails pessoais nos serviços comumente utilizados: gmail, yahoo! e etc.

Emanoel Lopes


title: “Cinco mitos sobre a carreira em TI” date: “2012-02-08” tags: – “carreira” – “ti”


(http://cio.uol.com.br/carreira/2011/08/05/cinco-mitos-sobre-a-carreira-em-ti)

Dave Willmer *

Publicada em 05 de agosto de 2011 às 09h15

A evolução profissional levou à criação de um comportamento padrão que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso.

Ao longo do tempo, os profissionais que atuam na área de tecnologia da informação passaram a conviver com algumas regras extraoficiais e que, com o tempo, viraram um senso comum no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos.

A adesão cega a esse comportamento padrão de TI pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe sete mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:

1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso. Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.

Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.

2 – Escolher uma especialidade e ser muito bom nela. O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.

Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.

3 – Agarrar qualquer nova responsabilidade. A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento. Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.

É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.

4 – Quanto mais certificações, melhor. O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.

A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.

5 – Seja discreto. O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira.

A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.

O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.

Além disso, as relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.

Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.

(*) Cincoé diretor-executivo da divisão de tecnologia da operação norte-americana da Robert Half

Emanoel Lopes


title: “Installing Solar on El Captain” date: “2017-02-25” tags: – “instalacao” – “install” – “macos” – “rails” – “solar”


Solar is the Learning Management System made by Instituto Universidade Virtual, Universidade Federal do Ceará, available at GitHub, written in RubyOnRails.

When I tried to install on El Captain, some issues had shown:

  1. OpenSSL missing

creating Makefile make “DESTDIR=” clean make “DESTDIR=” compiling binder.cpp In file included from binder.cpp:20: ./project.h:116:10: fatal error: 'openssl/ssl.h' file not found #include ^ 1 error generated. make: *** [binder.o] Error 1 make failed, exit code 2 Gem files will remain installed in /Users/emanoel/.rbenv/versions/2.1.0/lib/ruby/gems/2.1.0/gems/eventmachine-1.0.7 for inspection. Results logged to /Users/emanoel/.rbenv/versions/2.1.0/lib/ruby/gems/2.1.0/extensions/x86_64-darwin-15/2.1.0-static/eventmachine-1.0.7/gem_make.out An error occurred while installing eventmachine (1.0.7), and Bundler cannot continue. Make sure that `gem install eventmachine -v '1.0.7'` succeeds before bundling.

Solution:

gem install eventmachine -v '1.0.7' — —with-cppflags=-I/usr/local/opt/openssl/include

  1.   Configure PostgreSQL using these commands at prompt:

$ initdb /usr/local/var/postgres $ cp /usr/local/Cellar/postgresql/9.6.2/homebrew.mxcl.postgresql.plist ~/Library/LaunchAgents $ launchctl load -w ~/Library/LaunchAgents/homebrew.mxcl.postgresql.plist $ pg_ctl -D /usr/local/var/postgres -l logfile start $ createuser -P -s -d -e username $ vim /usr/local/var/postgres/pg_hba.conf

2.1 Add line following the Solar 2.0 manual instructions.

local all username md5

Emanoel Lopes


title: “Lar” date: “2019-10-23” tags: – “pensamento”


Um pilar para desenvolvimento da uma família é a construção de um lar. Não é sobre ter uma casa ou alugar um apartamento, a questão é morar em um lugar onde a família se sente bem. Cada membro familiar se conecta com esse lar buscando uma adequação para suprir as próprias necessidades e essa relação deve ser favorável para que se estabeleça. Para alguns, a decoração é mais importante, enquanto que outros preferem um espaço mais funcional. A localização próxima ao trabalho/escola pode ser preponderante, para alguns um endereço mais afastado poderá trazer mais tranquilidade e contato com a natureza.

O modelo que desejamos aplicar na educação dos nossos filhos nem sempre é compreendida pelos mais próximos. As dificuldades do próprio núcleo familiar podem ser ainda mais complexas quando há uma interferência dos pais e familiares. Há uma inércia na aplicação do mesmo modelo de décadas atrás.

Privacidade é fundamental para o casal e para os filhos. Morar com os filhos na casa dos pais é necessário, no mínimo de dois quartos. O quarto que foi muito útil quando solteiro não pode mais acomodar um casal e os filhos. Tudo fica comprometido — o mais velho já brinca com movimentos e sons mais fortes, corre, pula, conversa com os pais, etc. A bebê precisa de um ambiente silencioso em diversos momentos do dia e da noite.

Organizar os itens em seus devidos lugares. Sem cômodos apropriados, as coisas ficam encaixotadas ou em constante movimento pelos espaços da casa, inclusive fora do quarto. Isso dificulta a localização dos itens e, pior, com o tempo, não se sabe mais o que tem ou não.

Emanoel Lopes


title: “FLISOL 2012” date: “2012-05-02” categories: – “hardware”


A edição de 2012 da FLISOL reuniu uma grande quantidade de alunos de escolas públicas, professores e amantes de software livre.

 

As palestras foram diversas com destaque para Hardware Livre e Software Livre no 3º Setor.

 

Hardware Livre – Foi apresentada por Nicolas Araújo, aluno do curso de Engenharia Elétrica da UFC onde apresentou sua pesquisa sobre Implementação de Software Livre em microprocessadores RISC. Durante a sua apresentação, ele encorajou a plateia a programar circuitos, chips e processadores e indicou o ARDUINO como início para os interessados.

 

SL no 3º Setor – O paulistano Alex Piaz (piaz.com.br) levou sua vivência de 16 anos com SL e reuniu, de forma bastante objetiva, as dificuldades encontradas na implementação de SL na ISA antes mesmo dele chegar na organização.

 

Alvanista – Esta foi a palestra que teve uma aroma de empreendedorismo, algo que está em alta! Um grupo pequeno de jovens construíram uma rede social de jogadores de video-games com o propósito de criar um ambiente de fã para fã.

Emanoel Lopes


title: “A dor e o nosso corpo” date: “2012-03-16” tags: – “artigos”


Envelhecer, doenças e momentos de dor estão intrínsecos à vida de todos. Dor física vem em muitas formas — algumas são crônicas, outras temporárias, algumas inevitáveis. Nossa primeira resposta é resistir a ela. Temos muitas estratégias para afastar a dor, para evitá-la, ou camuflar com distração. Aversão, terror, e agitação se entrelaçam com experiência em nossos corpos e ficamos facilmente perdidos em medo e desespero. Nossos corpos talvez até sejam vistos como inimigos, sabotando nosso bem-estar e felicidade. Quando estamos enredados nesse nó de medo e resistência, há pouco espaço para que a cura ou atenção compassiva ocorram.

Ainda podemos aprender a tocar o desconforto e a dor com uma atenção que é amável, aceitável e espaçosa. Podemos aprender a fazer amizade com os nossos corpos, mesmo nos momentos quando estão aflitos e desconfortáveis. Podemos descobrir que é possível liberar a aversão e o medo. Com cuidado e atenção curiosa, podemos ver que há uma diferença entre as sensações ocorrendo no corpo e os pensamentos e emoções que reagem a essas sensações. Em vez de correr do sofrimento, podemos criar uma atenção curiosa e cuidadosa no coração da dor. Fazendo isso, descobrimos que nosso bem-estar e equilíbrio interno não são mais sabotados. Desistindo de nossa resistência, descobrimos que a dor não é mais intimidadora e insuportável.

Ninguém dirá que aprender a trabalhar habilmente com a dor é uma tarefa fácil, ou que a meditação é uma maneira de curar a dor e fazê-la sumir. Algumas vezes estamos sobrecarregados e podemos aprender a aceitar isso também. No momento onde a intensidade da dor parece insuportável é normal conectar nossa atenção a um foco mais simples como respirar ou escutar por um tempo. Quando nossos corações e mentes acalmarem e sentirem mais vastos, é o momento certo para retornar a atenção para as áreas de dor no corpo.

Também há épocas em que é possível dissolver as camadas de tensão e medo que se juntam em volta da dor e abraçá-la com maior espaço e facilidade. Podemos até descobrir um equilíbrio interno profundo e serenidade no meio do sofrimento. Esses são momento de grande possibilidade e força. Trabalhando com a dor, aprendendo a aceitar e a abraçá-la, é uma prática de momento-a-momento em que liberamos desamparo, desespero e medo. Isso é a cura em si e nos ensina a maneira de encontrar paz e liberdade dentro dos acontecimentos que mudam em nossos corpos.

Contador de história
Quando a dor ou a angústia aparecem em nossos corpos, nossa reação condicionada é fixá-las e solidificá-las com conceitos. Dizemos “meu joelho”, “minhas costas”, “minha doença”, e as comportas de apreensão são abertas.
Prevemos um futuro sombrio para nós mesmos, sentimos medo da intensificação da dor, e às vezes nos dissolvemos em desamparo e desespero. Nossos conceitos servem para tornar a dor mais rígida e para enfraquecer nossa capacidade de responder habilmente. Ficamos presos na tensão de querer nos divorciar de um corpo angustiante enquanto a intensidade da dor continua nos levando de volta a nossos corpos.

A meditação oferece uma maneira muito diferente de responder à dor física. Em vez de empregar estratégias para evitá-la, aprendemos a investigar o que na verdade está sendo experimentado dentro do corpo calma e curiosamente. Podemos trazer uma compassiva e aceitável atenção diretamente ao centro da dor. Esse é o primeiro passo em direção à cura e liberar a agitação e o pavor que geralmente intensificam a dor.

Levando nossa atenção diretamente à dor, descobrimos que a dor que tínhamos previamente percebido como uma massa sólida de desconforto é na verdade muito diferente. Sensações estão mudando de momento a momento. E há texturas diferentes dentro dessas sensações — aperto, pressão, calor, ardor, coceira, dor… Quando perguntamos “O que é isso” o rótulo “dor” se torna cada vez mais sem sentido.

Dentro de toda dor e angústia descobrimos que há dois níveis de experiência. Uma delas é a verdade simples da sensação, sentimento, ou dor, e a outra é nossa história de medo que a rodeia. Esquecendo a história, estamos cada vez mais capazes de nos conectar com a verdade simples da dor. Descobrimos que pode ser possível achar calma e paz mesmo no meio da angústia.

O fator medo
Dor no corpo, particularmente crônica e aguda, tem um impacto emocional inevitável que pode ser igualmente debilitante. Culpa, medo, auto-condenação, desespero, ansiedade e terror podem surgir na sequência da doença física e se enraizar no corpo, ainda dificultar a nossa capacidade de curar e encontrar tranquilidade. Nossas reações emocionais de medo e resistência geralmente se alojam em nossos corpos ao lado da dor, ao ponto de se tornarem imperceptíveis.
Aprendendo a notar a distinção entre dor e nossa reação a ela, começamos a ver que embora a dor física possa não ser opcional, algumas das dores de nossas reações são. O desejo natural de evitar dor é traduzido em nossas mentes e corações em turbulêncis e ansiedade, e nosso senso de equilíbrio interno é varrido na avalanche desses sentimentos. Mesmo quando temos a sorte de nosso corpo se recuperar, sem consciência as emoções associadas com a doença ou dor ficam muito mais tempo em nossos corpos e mentes. Podemos começar a viver de uma maneira medrosa, tratando cada sensação desagradável como uma mensageira de ruína, assumindo como sinais de retorno da dor ou da doença. O dano que fazemos a nós mesmos ignorando o impacto de nossas reações emocionais compõe nossa tendência em se sentir ansioso e temeroso.
Há uma ótima arte em aprender a estar presente com dor, como ela é, no momento quando aparece. Mas com consciência, podemos aprender a fazer as pazes com a dor. Podemos aprender a estar presente um momento de cada vez e então nos liberar do pavor do que o momento seguinte pode trazer. Podemos aprender a bondade da aceitação em vez da dureza da negação
Extraído de Christina Feldman Heart of Wisdom, Mind of Calm, de Christina Feldman. Texto retirado da revista: Yoga Journal Brasil.

Emanoel Lopes


title: “Que tal regular o consumo de açúcar?” date: “2012-02-26” tags: – “artigos”


Em um artigo publicado nesta quinta-feira (2) na revista Nature, três cientistas Universidade da Califórnia, em São Francisco, chamam a atenção para um mal que, segundo eles, além do álcool e do cigarro, tem causado grande impacto na saúde pública mundial: o açúcar. O texto vai ao encontro com o que aponta as Nações Unidas: doenças infecciosas foram ultrapassadas, pela primeira vez na história, por doenças não infecciosas. Câncer, diabetes e problemas no coração são responsáveis por cerca de 35 milhões de mortes ao ano.

De acordo com Robert H. Lustig, Laura A. Schmidt e Claire D. Brindis, autores do estudo, os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool. Eles propõem que o consumo de açúcar seja regulado.

O consumo mundial de açúcar, afirmam os pesquisadores, triplicou nos últimos 50 anos. E, apesar de os Estados Unidos liderarem o ranking mundial do consumo per capita do produto, o problema não se restringe a esse ou a outros países desenvolvidos.
Segundo eles, todo país que adotou uma dieta ocidental, dominada por alimentos de baixo custo e altamente processados, teve um aumento em suas taxas de obesidade e de doenças relacionadas a esse problema. “Há hoje 30% mais pessoas obesas do que desnutridas”, escreveram os autores.

Mas a obesidade não é o principal problema neste caso, já que, segundo os pesquisadores, 20% das pessoas obesas têm metabolismo normal e terão uma expectativa de vida também normal. Ao mesmo tempo, cerca de 40% das pessoas com pesos considerados normais desenvolverão doenças no coração e no fígado, diabetes e hipertensão.
Os pesquisadores afirmam que problema é maior nos países menos ricos. Segundo o estudo, 80% das mortes devidas a doenças não transmissíveis ocorrem nos países de rendas média ou baixa.

Na visão dos autores do artigo, os países deveriam começar a controlar o consumo de açúcar. Eles mesmos sugerem algumas ações, como a taxação de produtos industrializados açucarados, a limitação da venda de tais produtos em escolas e a definição de uma idade mínima para a compra de refrigerantes.

Porém, apesar das sugestões aparentemente fáceis, os pesquisadores afirmam que, diferentemente do álcool ou do cigarro, que são produtos consumíveis não essenciais, o açúcar está em alimentos, o que dificultaria a sua regulação. “Em países em desenvolvimento, os refrigerantes são frequentemente mais baratos do que leite ou mesmo água”, dizem.

Fonte: Revista Época.

Emanoel Lopes


title: “\“Bloqueio surpresa\” de contas Microsoft Hotmail – Prevenção” date: “2012-05-01” categories: – “seguranca-da-informacao”


Ultimamente algumas pessoas me reportaram que não conseguem acessar o Msn porque a conta estã bloqueada. Isso acontece porque o usuário ou algum programa malicioso fez o uso inadequado do serviço de email (hotmail) ou qualquer outro serviço da Microsoft, como o MSN.

Veja um trecho do contrato de uso dos serviços Microsoft.

2. Uso do serviço

Ao utilizar o serviço, você deverá agir em conformidade com este contrato, cumprir todas as leis aplicáveis e a Diretiva antispam da Microsoft (http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=117951). Conforme aplicável, você também deverá cumprir ocódigo de conduta (http://g.live.com/0ELHP_MEREN/243).

Você não pode utilizar o serviço para prejudicar outros ou o serviço. Por exemplo, você não deve usar o serviço para prejudicar, ameaçar ou molestar outra pessoa, organização ou a Microsoft. Você não deverá: danificar, desabilitar, sobrecarregar ou prejudicar o serviço (ou redes conectadas ao serviço); revender ou redistribuir o serviço ou qualquer parte dele; usar qualquer meio não autorizado para modificar, redirecionar ou obter acesso ao serviço ou tentar realizar essas atividades; ou utilizar qualquer processo ou serviço automatizado (como, por exemplo, BOT, spider, cache periódico de informações armazenadas pela Microsoft ou “metapesquisa”) para acessar ou usar o serviço. Talvez você possa acessar sites ou serviços de terceiros através do serviço; você reconhece que não somos responsáveis por tais sites ou serviços ou o conteúdo que possa estar disponível neles.

A recomendação que faço é de atualizar as informações de segurança da sua conta. Siga os passos:

1. Acesse http://hotmail.com e entre na sua conta de email; 2. Clique no seu nome (canto superior direito) e em seguida “conta”; 3. No item informações de segurança, clique em “Gerencie”; 4. Atualize os dados de email alternativo e pergunta secreta.

Aproveite também para trocar a senha do seu email, se já faz mais de 3 meses da última vez que trocou a senha. (você já trocou a senha alguma vez?)

Feito isso você estará preparado para um possível bloqueio de sua conta, mesmo que não tenha sido você o agente causador do bloqueio.

Emanoel Lopes


title: “Administrando laboratórios de informática com o Windows Server 2012” date: “2016-03-13” categories: – “windows” tags: – “active-directory” – “windows” – “windows-server-2012” – “xenserver”


Uma demanda de controle de acesso aos computadores por alguns bolsistas pesquisadores foi o suficiente para iniciar a implantação do Active Directory  (AD) no curso de Sistemas e Mídias Digitais (SMD).

Utilizando uma máquina Core i3 com 6GB, rodando o XenServer, foi criada uma máquina virtual com o Windows 2012 R2 Essentials. A seguir o primeiro problema: cadastrar 375 alunos ativos no domínio.

PowerShell – a solução foi estudar cmdlets para criar um script em powershell que fizesse o serviço de criação de usuários a partir de um araquivo .csv com o número de matrícula e o nome completo.

Com o Libre Office, foi feita a separação do nome e sobrenome dos alunos, com as fórmulas ESQUERDA e DIREITA...

A partir de 25 usuários, a Microsoft já exige o uso do WS 2012 Standart. Gerei um serial com a conta da Dreamspark que recebi na faculdade e fiz a atualização seguindo um tutorial que o google apresentou como resultado da busca.

O servidor ficou em produção apenas por dois semestres em decorrência de sucessivas quedas de energia. O sistema foi corrompido e foi substituído pelo samba 4 rodando em um CentOS.

Emanoel Lopes


title: “Me passa as fotos pelo WhatsApp?” date: “2017-02-05” categories: – “reflexao” tags: – “reflexao” – “whatsapp”


Você está em um evento familiar ou do trabalho e a cena é a mesma:

  • Me passa as fotos pelo Whatsapp?

Esta é o método mais conveniente e caiu no gosto da maioria, superando a prática de antes, que era:

  • Ei, posta lá no face!

Era uma forma bem mais prática do que a anterior:

  • Te passo por email.

Entre enviar por email e pelo whatsApp, exista uma que não emplacou: criar um álbum do Flickr ou Picasa Web e enviar somente o link por email.  Acredito que por ser a forma mais burocrática e, digamos, a mais complicada de todas, exigindo um pouco de paciência e boa vontade pra criar um álbum, fazer o upload das fotos, gerar o link e, só então, enviar por email. Ufa! Quem é que ficou interessado nesse método!? Eu!! Por quê? Explico.

  1. Em um chá de fraldas uma só câmera capturou 40 fotos. Qual o procedimento comum? Enviar pelo WhatsApp! Isso mesmo, de quem? Do grupo da família. É assim ou não é? E o que acontece? Todos os familiares irão receber uma cópia com tamanho reduzido, perda de qualidade e sem os metadados que te ajudariam a catalogar as fotos e obter informações sobre  o local da foto, qual câmera utilizada, etc.
  2. Você vai contribuir para esgotar a quantidade de memória do aparelho dos familiares – considere que, normalmente, as pessoas participam de diversos grupos que também fazem a mesma coisa...haja memória!
  3. Visualizando no WhatsApp fica até razoável, mas tente jogar essa foto que você recebe dos grupos em uma tela de maior definição! Compare o tamanho em KB ocupados por uma foto do whatsApp com uma que fica no cartão de memória da câmera que um dos familiares registrou no evento – não tem comparação! A qualidade é depreciada para ficar prática e rápida a transmissão; do jeito que gostamos, né? Pra quê ter trabalho?
  4. Você escuta muito:  ”Ah, perdi as fotos porque mudei de aparelho e não fiz backup do celular antigo”, ou ainda, “Tive que apagar a pasta do WhatsApp images porque o celular está sem memória pra instalar aquele app que você quer utilizar.” E por aí vai.

Prefiro o método mais complicado porque:

  1. Depois de criar o link, posso enviar por email, redes sociais ou WhatsApp somente com um simples alerta nos aparelhos dos familiares ou colegas de trabalho. Só um linkzinho que nem ocupa a memória e a paciência de todos;
  2. Independe do dispositivo que esteja utilizando, inclusive do sistema operacional. Pode ser android, iOS, windows, macOS, linux ou outro qualquer. E de qualquer dispositivo, seja tablet, smartphone, desktop, laptop...;
  3. Aceita comentários;
  4. Preserva os metadados: onde foi o evento, que câmera utilizada, foco, abertura...muitas informações que poderão ser úteis;
  5. Preserva a qualidade – aí depende do espaço que o serviço te oferece;
  6. Mais seguro contra mudança de aparelhos ou serem apagas por falta de espaço.

Por esses motivos e outros que porventura não tenha citado nesse texto, fico com o mais trabalhoso e abandonado dos métodos.

Tem ainda os que preferem pedir os arquivos originais e guardar tudo em casa. Bom, aí cabe uma boa discussão...

Emanoel Lopes