Blog do Emanoel

Técnico Educacional


title: “Impressora D110a com fila de impressão inacessível” date: “2013-05-07” tags: – “consumidor” – “erro” – “hp” – “impressora”


Bom dia! Hoje vou utilizar o blog como forma de espalhar minha decepção quanto ao funcionamento da impressora D110a da HP, uma multifuncional de baixo custo com conexão wifi, e-print e air print. No quesito preço e conectividade não há o que reclamar, mas hoje descobri que na verdade é um pote de mel (honey pot) e mais uma vez, o consumir paga um preço caro com o gasto de tinta!

Na primeira recarga a impressora passou a ter vontade própria: só pra fazer raiva ao usuário! Ora imprimia, ora dizia que um cartucho está incorreto (eu sei que foi recarregado, mas minha antiga nunca reclamou!).

E detalhe, quando ela não quer imprimir, não libera as outras funções: ou seja, você não lê cartão de memória, não scaneia, não NADA! Quanta sabedoria da HP, hein?

Hoje fui imprimir um documento e a fila não estava vazia, ela retomou uma impressão que estava pendente – detalhe: eu não tenho como esvaziar a fila! Ela terminou de imprimir várias páginas que não tinha mais valor algum pra mim e só depois estava “liberada” para impressão..lá vão alguns décimos de ml em vão...ops, corrigindo, pro bolso da HP!!!!

Emanoel Lopes


title: “Eu | Professor” date: “2013-03-14” categories: – “escola” – “eu” – “moodle” – “quimica” – “reflexao” tags: – “moodle” – “reflexao”


Este texto começou como um post de reflexão, mas acabou evoluindo para um relato de experiência com um teor de detalhamento típico das minhas conversas e nas aulas que ministrei. Vou dividir em momentos para ficar mais fácil. 

Em um primeiro momento, comecei dando aula particular, aquelas aulas de reforço para alunos do ensino médio e fundamental. Podia vir qualquer matéria, qualquer idade e grau de dificuldade. Estava disposto a tirar dúvida de questões do livro, lista de exercício ou TD. Inicialmente foram os conhecidos, parentes e depois cheguei a anunciar no jornal. O anúncio era mais ou menos assim: Aulas de reforço. Atendo em domicílio. A minha hora aula era acessível, pois queria pegar clientela, expandir o meu negócio. Ter vários alunos para alcançar a independência financeira fazendo o que sabia fazer – bom, era essa a arma que tinha. Fui à luta. Tive alunos por indicação ou pelo anúncio e todos tinha algo em comum – aulas próximas às provas ou recuperação!

No segundo momento, dei aula em uma associação de moradores de bairro. Cursava uma disciplina de mineralogia na UFC, quando conheci um colega de classe, professor em uma escola particular no bairro Antônio Bezerra, e ele foi uma ponte para entrar na profissão, com diário de classe, elaboração de prova, planejamento de aulas e muitos alunos. Queria ensinar os conhecimentos que tinha adquirido até então e, quem sabe, formar cidadãos conscientes da importância de preservar o meio ambiente através da compreensão de como as coisas funcionam. Eu cursava Engenharia Química mas já estava pensando em mudar para Licenciatura em Química, o que faltava para a minha próxima profissão. A conversa com esse meu colega foi decidida: cara, quero dar aula na tua escola, tem vaga? Ele olhou pra mim como quem escuta algo estranho e sem sentido. Ele perguntou: Hum? Tu quer aula? Tu dá aula de quê? Eu disse: na verdade eu quero começar com aulas de inglês! Ele ligou para a coordenadora e trocou poucas palavras: Fulana, consegui um professor aqui desenrolado que ensina qualquer disciplina!! Na mesma hora eu disse: não, não, não, inglês! Mas não deu tempo, ele disse que eu fosse na escola no dia seguinte às 10h00 para conversar com a coordenadora. Pontualmente cheguei para conversar mas eles perceberam que eu não tinha experiência mas estava disposto a aceitar o desafio. Às 11h00 voltei pra casa com um livro de inglês da 6ª série e providenciei as cópias para que os alunos pudessem acompanhar a minha aula – não almocei, engoli um pouco de arroz, feijão e um pedaço de carne e voltei para o planejamento. Corri para a escola com a aula pronta e as cópias dentro do livro; acabei chegando um pouco mais cedo e encontro a coordenadora. Ela me chama pra sala dela e me entrega um livro de literatura com uma página marcada e diz: professor, estou com um pequeno problema e gostaria da sua ajuda. A professora de Literatura faltou e o senhor poderia ficar no lugar dela? Nesse momento, pego de surpresa, sem experiência alguma, disse que não tinha problema, devolvi o livro de inglês que havia trocado pelo meu almoço juntamente com as cópias e recebi o livro de literatura. Perguntei quando eu começaria e ela respondeu: os alunos estão na sala! É ali, procure a sala do primeiro ano. Não me contive e explodi: professora, eu não tenho condições de assumir a aula agora, não sei do que se trata o assunto, sou aluno de engenharia química...ele me interrompei e disse algo que me fez compreender a situação e fiquei calmo: professor, você já passou no vestibular, não tem nada que você não saiba sobre o assunto que está nesse livro. Respirei e concordei com ela, eu era o melhor aluno do Colégio Lourenço Filho e estava cursando engenharia química na UFC. Fui levado a uma frase que um professor de Fenômenos de Transporte 2 havia nos dito em sala de aula – que por sinal desatualizada – ˜Vocês são 1% da população brasileira só por estarem aqui”. Peguei o livro e fui pra sala de aula. Comecei a conversar com eles sobre onde eles haviam parado e confirmei a página que a coordenadora havia marcado, exatamente onde ele tinha deixado – acho que ela estava substituindo a professora que não vinha há dois meses – e dei continuidade ao assunto que era as escolas literárias. Ao término da aula ela me perguntou se eu queria voltar no dia seguinte para dar aula de português e depois redação. Aceitei. Isso durou dois meses de aula, mais dois meses ligando pra escola tentando receber o meu dinheiro! Eu já tinha ganhado muito: experiência em sala de aula.

No terceiro momento ministrei aula de química no Ensino Médio da Rede Pública. Aluno do sétimo semestre do curso de licenciatura em Química, procurei quatro escolas públicas no final de 2007. Havia um tal de artigo nove, presente no edital de 2006, que permitia que as escolas selecionassem professores temporários para cobrir carências deixadas por licenças médicas, desistências, etc. Voltei à sala de aula com aulas de Química para primeiro e segundo ano na EEEP Joaquim Nogueira e antes de “encarar” a primeira aula, entrei em contato com um colega, que foi o meu professor do segundo ano do Ensino Médio e, depois colega de sala na faculdade –  professor há 20 anos! A dica era começar conversando com os alunos e só na segunda aula iniciar a matéria. Fiz o contrário, não conversei com eles, fui direto ao assunto!

Na minha primeira aula, uma aluna do primeiro ano, se levantou da cadeira, se aproximou com um caderno e lápis e perguntou: professor, o senhor tem namorada? Pensando em como responder, lançou outra: O senhor tem Orkut? E depois dessa, outras clássicas surgiram como: posso ir beber água? Posso ir no banheiro? Preciso beber água para tomar remédio, tenho que ir na secretaria, etc.  Olhei pra porta e pensei: vou voltar para a faculdade e rever tudo, acho que me ensinaram teorias de aprendizagem, psicologia do adolescente, prática de ensino 1 e 2, estrutura do ensino fundamental e médio, entre outras que davam uma boa base teórica mas bem distante da prática necessária para começar a dar aula – não é difícil conseguir uma vaga para ensinar Química, sempre é bem vindo nas escolas.

Depois de seis meses dando aula, o diretor Antônio Carlos me falou sobre uma seleção para monitores do Projeto e-Jovem, da Secretaria de Educação, que eu nem conhecia. Ele disse que eu desse uma olhada no site do CENTEC sem demora pois as inscrições estavam terminando. Fiz a seleção, passei e quando me perguntaram qual escola eu gostaria de ser lotado, expliquei que seria o Joaquim Nogueira porque já estava dando aula na escola, era perto da minha casa, etc. Mas o nome da escola não constava na lista e eu insisti bastante porque o diretor havia me garantido que a escola teria o projeto em dois turnos. Então, anotaram o nome no final da lista e me disseram que iriam confirmar. Como eu trabalhava na escola, o coordenador pedagógico me falava que tinha vontade de ampliar para três turnos!

O quarto momento, em Agosto de 2008, iniciei minhas atividades de monitor do e-jovem e aprendi a implantar um servidor proxy, já que o cenário era favorável e exigia uma solução para acelerar a navegação. O Tarcísio que era responsável pela área de TI do CENTEC, desenvolveu uma solução proxy para atender ao projeto e-jovem e um técnico foi instalar na escola. Fiquei curioso e aprendi, durantes noites de tentativas a configurar um servidor proxy utilizando o Brazilian Firewall. Faltava apenas um link de internet adequeado para os meus testes. Encontrei, por um terço do valor da minha bolsa, uma oferta de internet 3G e contratei o serviço. Passei a carregar um servidor, um netbook de 7”, um modem e alguns cabos para a escola todos os dias. No domingo, com uma boa internet, “cacheava” as webaulas da semana inteira. Deu certo! Cheguei a chamar atenção dos técnicos que atendiam aos chamados da escola e, também, à coordenação do projeto. Fui convidado a continuar como supervisor depois que terminasse a monitoria e colasse grau. Fui direcionado a capacitar professores do LEI para utilizaram o portal ThinkQuest e fomentar a competição nacional de websites, vontade do secretário adjunto de educação. Ao todo, trabalhei por um ano no projeto.

No quinto momento, continuei trabalhando para a educação pública estadual só que mais próximo da tecnologia da informação: Coordenador de Laboratório de Informática. Em 2010, tive a oportunidade de implantar a plataforma Moodle em um plano de hospedagem compartilhada (Godaddy.com) contratada com as minhas próprias custas, sob o domínio http://digite.me. Como tínhamos um problema constante com a internet da escola, tive que implantar o ambiente localmente, fiz os ajustes necessários e  trabalhamos com fóruns, entrega de atividades pela plataforma, etc. Isso tudo com o apoio dos colegas professores Jaborandi (Física) e Rocha (Filosofia/Sociologia). O resultado foi apresentado como meu trabalho de conclusão de curso de pós-graduação em Administração e Segurança de Sistemas Computacionais na Estácio/FIC. Ao final de 2011 desativei o servidor local e passamos a utilizar apenas a cópia do servidor contratado com acesso restrito apenas para alunos até 2013; a partir de uma nova visão de aproveitamento de todo o trabalho publicado, tornei acessível pela internet para o o público em geral e fiz uma apresentação na FLISOL com o intuito de divulgar o meu trabalho e atrair visitantes. O meu plano de hospedagem não permitiu atualizações após a versão 1.9.10 o que deixou o moodle sem correções de vulnerabilides. Em março de 2015, comecei a migrar o conteúdo para o portal e para o blog, utilizando o CMS Joolma! e o Wordpress, respectivamente.

No sexto momento, em 2011, assumi um emprego de professor do curso de Informática, ministrando inicialmente aulas de Sistemas Operacionais, Redes de Computadores e Arquitetura e Manutenção de Computadores. Migrei o ambiente de aprendizagem para a DreamHost(informe o código EMANOEL para ganhar $ 50,00 de desconto nos planos bienais e $ 30,00 nos planos anuais. Criei o domínio http://emanoel.pro.br e deixei de lado o http://digite.me porque não foi fácil assimilar o domínio pelos alunos, ainda que eu escrevesse no quadro.

[caption id=“attachment_1429” align=“alignright” width=“200”]prof-emanoel Prof. Emanoel[/caption]

Muitos deles escreviam algo do tipo: “digite.me.com.br”. Percebi que a força do com.br era determinante. Além do ambiente de aulas, também criei um wiki, este blog, fotos e notas na web com tudo disponível 24hs para os alunos. Em 2013, além de ministrar aulas, atuei como orientador de estágios captando vagas em empresas (concedentes), cuidando de toda a documentação necessária, além de orientação do TCC dos alunos. Em 2014, fui convidado pelo diretor escolar Prof. Carlos Segundo, para ocupar a função de coordenador do Curso de Informática onde permaneci por 4 meses, o quarto coordenador foi o colega Prof. Alex.

Sétimo momento. Assumi a disciplina de informática Básica aplicada em duas turmas do Grau Técnico à noite: radiologia e administração. História e conceitos fundamentais, internet, editor de texto, editor de planilhas e gerenciador de apresentações. Foi utilizado ferramentas de escritório como Google Apps e MS Office instalado no disco. Além disso, uma instância gratuita do Moodle em moodlecloud.com.

Emanoel Lopes


title: “O símbolo @ em 16 países” date: “2013-03-03” tags: – “internet”


Vicê também acha estranho o nome “arroba” do símbolo @? veja abaixo o significado deste símbolo em outros países:

  1. Na Dinamarca

Os dinamarqueses se referem ao símbolo como “tromba de elefante”. 2. Na Noruega Os noruegueses chamam o “arroba” de “Kanel-bolle’, algo como “rocambole”. 3. Na Grécia Os falantes da língua grega chamam o símbolo pela palavra “papaki”, que significa algo como “patinho”. 4. Em Israel

O símbolo “@” é conhecido em hebraico como “strudel”, um doce tipicamente alemão. 5. Na Itália Os italianos chamam o “@” de “chiocciola”, que significa “caracol”. 6. Na França Em francês, o símbolo é conhecido pela palavra “arobase”. Também é usada a palavra “escargot”, que significa “caracol”. 7. Na China Os chineses usam a palavra “rato” para se referir ao símbolo. 8. No Cazaquistão

Em cazaque, a “arroba” é conhecida como “orelha da lua”, por lembrar a Lua na fase minguante. Eles também se referem, de vez em quando, ao símbolo como “cara de cachorro”. 9. Na Rússia Os russos chamam o símbolo “@” de “cão de pequeno porte”. 10. Na Finlândia

“O sinal do miado” é a expressão usada pelos finlandeses para descrever o “@”. Isso porque o símbolo seria parecido com um gato enrolado dormindo. Eles também usam “rabo de gato”. 11. Na Coréia Em coreano, o símbolo “@” é chamado de “caracol do mar”. 12. Na Hungria Em húngaro, o símbolo é chamado de “minhoca” ou “larva”. Até que lembra, não é? 13, 14, 15 e 16. Na Alemanha, Polônia, Bulgária e Indonésia Em todos estes países o “@” é conhecido como “rabo de macaco” ou “pequeno macaco”. 17. Nos Estados Unidos Em inglês, o símbolo “@” tem a pronúncia da preposição “at”, que significa “em”. Aí esta a explicação, no brasil este simbolo representa a arroba que é 15kg de algo na agronomia.

Emanoel Lopes


title: “Joomla!” date: “2012-12-20” categories: – “cms” – “gnu-linux” – “internet” – “joomla” tags: – “cms” – “instalacao” – “internet”


O Joomla! é um CMS que significa Content Management System ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdos e foi exatamente por isso que comecei a utilizá-lo em 2008 para lançar o site da Academia Boa Forma no ar! Por dois anos explorei as funcionalidades, plugins e complementos, mas resolvi migrar para o Wordpress.

Resolvi instalar a versão 3.3.3 para explorar as novidades desse CMS utilizando como portal em portal.emanoel.pro.br

Em 2014, recebi uma conta para publicar as notícias da FEAAC no Joomla! 1.0. Em 2016, as notícas do Curso de Sistemas e Mídias Digitais da UFC Virtual no Joomla! 2.5.

Emanoel Lopes


title: “MD5” date: “2013-03-21” categories: – “gnu-linux” tags: – “comandos” – “download” – “integridade” – “linux” – “md5sum”


Alguns erros podem acontecer durante um download, principalmente de um arquivo de imagem ou instalação. Mas para que você descubra se o arquivo baixado está igualzinho ao que está no site, basta fazer uma verificação MD5.

Ele vai te retornar um conjunto de caracteres que deve ser igual ao informado no site. Complicado? Vamos ao exemplo para ficar mais fácil.

Exemplo: No caso do download do arquivo de instalação do Virtual Box:

  1. Baixei o arquivo em http://virtualbox.org (VirtualBox-4.2.10-84105-Win.exe);
  2. Acessei o link “MD5 checksums”;
  3. Localizei na lista o código (hash) correspondente;
  4. Comparei com o meu arquivo que acabei de baixar.

Comando para fazer a verificação:

Linux:

$ md5sum VirtualBox-4.2.10-84105-Win.exe

OS X:

$ md5 VirtualBox-4.2.10-84105-Win.exe

Isso no diretório onde o arquivo foi baixado.

Emanoel Lopes


title: “O uso das redes sociais” date: “2014-07-27” categories: – “internet” – “reflexao” – “web-2-0” tags: – “internet” – “produtividade” – “redes-sociais”


Alô? Você pode falar agora?

As redes sociais vieram pra ficar. Pelo menos é o que parece! Não tenho como ver a comunicação como antes – telefones fixos monumentados em uma mobília específica com uma gaveta para guardar um caderninho – a agenda telefônica. Já pensou uma apartamento de 30m² com uma mobília de telefone?

Entram em cena as redes sociais. O bom uso das redes sociais possibilita o aprendizado, a interação social ou profissional, através da expansão de rede de contatos, além de “exposição positiva” de imagem, divulgação de trabalhos, conhecimentos, produtos ou ideias, troca de opiniões e compartilhamento de anotações pessoais, experiências, mobilização social, entre outros.

Entretanto, se usada de forma indevida gera uma exposição negativa de imagem e pode facilitar crimes como pedofilia e estelionato e até uma redução na produtividade quando utilizado em demasia durante o horário de estudos ou de trabalho.

Emanoel Lopes


title: “Ambiente de Aulas do Prof. Emanoel” date: “2015-03-10” categories: – “cms” – “moodle” – “seguranca-da-informacao” tags: – “cms” – “moodle”


Durante as minhas atividades no Laboratório de Informática da EEEP Joaquim Nogueira, descobri o MOODLE, um LMS que viria a ser o meu xodó dentre outros sistemas de gerenciamento de conteúdos. Em 2010, com a colaboração do Prof. Jaborandi e do Prof. Rocha, utilizamos a plataforma para aplicar fóruns e avaliações parciais, além de receber trabalhos para orientações e correções – tudo isso sem papel. Na época, a versão que o meu plano de hospedagem suportava era a mais atual, mas logo em seguida foi lançada a versão 2.0 com diversas melhorias, mas consumindo uma maior quantidade de memória do servidor. Fiquei pra trás, deixando de receber as atualizações de segurança logo em seguida.

[caption id=“attachment_1427” align=“aligncenter” width=“300”]emanoel-pro-br Prof. Emanoel[/caption]

Em março de 2015, verifiquei as estatísticas e descobri que os acessos dos últimos dois anos eram, em sua grande maioria, provenientes dos mecanismos de buscas habilitados anteriormente no intuito de ter os conteúdos indexados nas buscas da Google, por exemplo.

[caption id=“attachment_1335” align=“aligncenter” width=“300”]Acessos de Abril de 2013 à março de 2015. Acessos de Abril de 2013 à março de 2015.[/caption]

Eu não estava satisfeito em manter um sistema cheio de vulnerabilidades e acessado, em sua quase totalidade, por robôs da Google. Então fui conduzido a migrar o conteúdo. O meu plano de hospedagem compartilhada não permite atualizações por usar uma parcela maior do servidor, então não tem sentido alimentar um ambiente assim.

[caption id=“attachment_1336” align=“aligncenter” width=“300”]Falhas apontadas nos  antigos módulos do moodle. Falhas apontadas nos antigos módulos do moodle.[/caption]

[caption id=“attachment_1338” align=“aligncenter” width=“300”]Quase não é referenciado. Quase não é referenciado.[/caption]

Dia 12.03.2015 passei a não permitir mais o acesso dos robores da google no conteúdo do site e vejam o que aconteceu:

[caption id=“attachment_1388” align=“aligncenter” width=“300”]Depois de proibir o acesso da google no conteúdo do site Depois de proibir o acesso da google no conteúdo do site[/caption]

Período termina em (dia) Guest Teacher Administrator Todos Logs
14 março 2015 0 0 0 0
13 março 2015 0 0 0 0
12 março 2015 108 0 8 116
11 março 2015 134 3 31 165
10 março 2015 127 0 7 134
9 março 2015 93 0 0 93

Depois de três dias, solicito novamente o gráfico de logins dos usuários e voi lá, está comprovado que os acessos em tempos regulares observados no gráfico do início do post era realmente acesso de máquinas de indexação.

Entre outros motivos como tempo dedicado à alimentação da plataforma, etc. Irei suspender o acesso dos 355 usuários cadastrados até um dia em que eu possa retomar as atividades no moodle atualizado, enquanto isso vou me dedicar a descobrir novas formas de digitalizar o conhecimento.

Emanoel Lopes


title: “BitNami: o que estava faltando no XAMPP” date: “2013-04-12” tags: – “cms” – “internet” – “sistemas”


Os desenvolvedores do XAMPP filiaram-se ao Bitnami (http://bitnami.com/) para deixar o XAMPP redondo! Agora você poderá instalar facilmente CMS para blogs (WordPress) e portais (Joomla!) entre outros 60 sistemas!

Instalação no Linux melhorada. Os usuários Linux precisavam: 1. Baixar o pacote, 2. Dar permissão de execução, 3. Descompactar com o 'tar xzf -C /opt/lampp' para que os arquivos fossem para o local certo. Mas agora, não precisa se preocupar com isso, está cada vez mais parecido com o Windows, bastando dar permissão de execução com o chmod e executar. Abre uma janelinha e pronto.

Emanoel Lopes


title: “Dual boot no MAC OS X Mavericks” date: “2015-04-07” categories: – “apple” – “windows” tags: – “boot-camp” – “instalacao” – “windows”


Necessidade

A necessidade de ter dois sistemas operacionais em um mesmo computador não é tão comum. Eu não recomendo por um questão de produtividade, uma vez que, você precisa desligar um sistema para poder utilizar o outro – aqui se isso for tão frequente, é melhor utilizar dois computadores, cada um com um sistema diferente!

MAC OSX facilitando

No MAC OSX Mavericks, é fácil de fazer pois você encontra o Assistente de Boot Camp e um tutorial no site da apple, basta pesquisar por boot camp no mac osx.

[caption id=“attachment_1411” align=“aligncenter” width=“225”]Boot camp Boot camp[/caption]

A minha irmã estava precisando rodar alguns aplicativos específicos do Windows e pensou em comprar um segundo notebook, mas entrei na questão de ter os dois sistemas no mac antes de assumir as prestações.

Instalação

Utilizando a versão da DreamSpark do Windows 7, fiz a instalação seguindo o assistente do Boot Camp e o tutorial da Apple. Fora isso, os utilitários de costume: winrar, plugins, jre...

Emanoel Lopes


title: “Regulamentação da Profissão de TI” date: “2014-06-08” categories: – “reflexao” tags: – “reflexao”


A atividade de TI, em geral, é eminentemente técnico-científica, mas não possui, obrigatoriamente, alto grau de complexidade para seu exercício.

Não se verifica que o exercício profissional na área de TI possa causar dano socialmente relevante.

Os programas e sistemas de TI são altamente utilizados para manter sistemas críticos, mas o desempenho e a responsabilidade sobre os mesmos são das empresas contratadas para desenvolvê-los, implantá-los e fazer sua manutenção e não do profissional de TI isoladamente.

As atividades de TI são muito dinâmicas e requerem de seus profissionais atualização constante, apenas o diploma de nível superior não é suficiente para garantir a qualidade e a contemporaneidade de um profissional.

O profissional da área de TI necessita de uma formação multidisciplinar que abranja uma variedade de competências e habilidades para exercer a profissão, podendo citar, como exemplo, o processo de desenvolvimento de um software que demanda o envolvimento de profissionais de diversas áreas e não somente da área de TI.

A qualidade de produtos de TI deve ser avaliada por sua aplicação no mercado, observadas as características do segmento envolvido e as necessidades dos usuários, não estando somente relacionada à formação formal do profissional de TI, mas também a diversas outras competências e habilidades não técnicas e igualmente necessárias.

Se analisarmos a área de TI no mundo, observaremos que não há regulamentação da profissão na área de Tecnologia da Informação nos países de economia avançada, como: Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Japão, Itália e Canadá.

Nos EUA, por exemplo, a regulamentação foi amplamente discutida pela ACM e a conclusão a que chegaram foi que a regulamentação da profissão é prematura e não é uma forma efetiva de resolver os problemas de qualidade e confiabilidade de software, bem como entenderam que um registro profissional de TI poderia ser interpretado como uma garantia de capacidade e confiabilidade, o que não pode ser tão facilmente atestado nessa área devido às particularidades das atividades em TI.

Segundo informações publicadas no site da Sociedade Brasileira de Computação:

“A comunidade científica da computação brasileira vem discutindo a questão da regulamentação da profissão de Informática desde antes da criação da SBC em 1978. Fruto dos debates ocorridos ao longo dos anos, nos diversos encontros de sua comunidade científica, em relação às vantagens e desvantagens de uma regulamentação da profissão de informática, a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta

1. Exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal. 2. Nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima. 3. A área deve ser Auto-Regulada.”

Emanoel Lopes